10.
CONSERVAÇÃO DA VACINA:
Para garantir a potência das vacinas COVID-19, é necessário mantê-las em condições
adequadas de conservação, com temperatura controlada, e em conformidade com as orientações
do fabricante e aprovação pela Anvisa. A exposição acumulada da vacina a temperaturas fora
das preconizadas, ou diretamente à luz, em qualquer etapa da cadeia, gera uma perda de potência
que não poderá ser restaurada.
As vacinas deverão ser acondicionadas em temperatura de +2ºC e +8ºC nas câmaras
frias/refrigeradas. Referente a preparação da caixa térmica, essa deverá obedecer as
recomendações já definidas no Manual de Normas e Procedimentos para vacinação disponível
no link:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf.
A vacina AstraZeneca não contém qualquer conservante. Após a retirada da primeira
dose, use o frasco dentro de 6 horas quando sob refrigeração (2 a 8ºC). Após esse tempo, o frasco
deve ser descartado.
11.
PROCEDIMENTO PARA A ADMINISTRAÇÃO DAS VACINAS:
A administração da vacina será pela via intramuscular (IM), no músculo deltoide,
observando a via e dosagem orientadas pelo laboratório. Contudo poderá ser realizado no vasto
lateral da coxa caso haja algum impedimento ou especificidade. Outra área alternativa para a
administração será a ventroglútea, devendo ser utilizada por profissionais capacitados.
Serão utilizadas para aplicação seringas e agulhas com as seguintes especificações:
✓ seringas de plástico descartáveis (de 1,0 ml, 3,0 ml, 5,0 ml);
✓ agulhas descartáveis de para uso intramuscular: 25 x 6,0 dec/mm; 25 x 7,0 dec/mm; 25
x 8,0 dec/mm e 30 x 7,0 dec/mm
12.
CONTRA INDICAÇÕES:
✓ Pessoas menores de 18 anos de idade;
✓ Gestantes e lactantes;
✓ Para aquelas pessoas que já apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose
anterior de uma Vacina COVID-19;
✓ Pessoas que apresentaram uma reação anafilática confirmada a
qualquer componente da(s) vacina(s).
13.
PRECAUÇÕES:
✓ Diante de doenças agudas febris moderadas ou graves: adiar a vacinação até a resolução
do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença;
✓ Não há evidências, até o momento, de qualquer risco com a vacinação de indivíduos
com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável para SARS-COV-
Entretanto, recomenda-se o adiamento da vacinação por 04 semanas nas pessoas com
infecção confirmada para se evitar confusão com outros diagnósticos diferenciais.
✓ A presença de sintomatologia prolongada não é contraindicação para o recebimento da
vacina, entretanto, na presença de alguma evidência de piora clínica, deve ser
considerado o adiamento da vacinação para se evitar a atribuição incorreta de qualquer
mudança na condição subjacente da pessoa.